Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
10/09/19 às 11h05 - Atualizado em 16/09/19 às 12h14

Começa na quinta-feira (12) a segunda edição do Brasília encontra Portugal

COMPARTILHAR

 

Iniciativa na Embaixada tem entrada gratuita e é aberta ao público

 

 

A Embaixada de Portugal promove pela segunda vez o programa Brasília encontra Portugal. A partir das 19h, de quinta-feira (12), a representação do país no Brasil abrirá as portas e oferecerá uma série de atrações gratuitas e oficinas para brasilienses e turistas até sábado (14).

 

 

O programa visa contribuir para promover encontros entre públicos e criadores de diferentes áreas das culturas portuguesa e brasiliense, com especial enfoque na arquitetura, a área de excelência em Brasília, cidade com o título de Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO, e em Portugal, cuja posição de vanguarda e criatividade neste domínio é também inegável.

 

Brasília encontra Portugal é uma iniciativa da Embaixada de Portugal e do Camões (Centro Cultural Português em Brasília), realizada com apoio do Governo do Distrito Federal, por meio das secretarias de Turismo e de Relações Internacionais, e da Fundação Calouste Gulbenkian, e em parceria com a mostra Cinema Urbana e o Limonada Project.

 

A programação, realizada em parceria com o GDF, proporcionará ao público o acesso a música, cinema, oficinas e conversas em torno da arquitetura, cinema e arte em Brasília e em Portugal.

 

A abertura deste programa pluridisciplinar acontecerá no dia 12 de setembro, 19h, com a participação do Embaixador de Portugal, da secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça, e do secretário de Relação Internacionais, embaixador Pedro Luiz Rodrigues. Na mesma noite, haverá uma conversa com Danilo Barbosa, criador das famosas placas de sinalização de Brasília e com Freitascruz, artista português que falará da instalação “Cidade Reinventada”.

 

Nessa ocasião, estará também patente, na galeria, a exposição fotográfica Entender o Lugar, da fotógrafa e arquiteta Joana França, que, no dia 13, orienta uma oficina de fotografia de arquitetura em torno do edifício da Embaixada de Portugal (inscrições encerradas).

 

No âmbito da arquitetura, serão ainda realizadas, em parceria com a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Brasília, duas visitas guiadas ao edifício da Embaixada, nos dias 13 e 14 de setembro (inscrições encerradas).

 

A relação da arquitetura com o cinema estará presente através de uma seleção de filmes organizada pelo “Cinema Urbana” – Mostra de Filmes de Arquitetura de Brasília”,iniciativa que aborda a cidade e a arquitetura por meio do cinema na cidade conhecida mundialmente pelo seu plano urbanístico e a sua arquitetura.

 

Serão exibidos cinco filmes produzidos em Portugal e no Brasil, sobre cidade e arquitetura: no dia 13 de setembro, serão apresentados “No caminho das pedras” (Marco Antônio Pereira, 82’, BR/PT, 2019), “Civitas” (André Sarmento, 12’, PT, 2018) e “O corpo e a cidade modernista” (Pedro Rodolpho Ramos Camargo, 39’, BR, 2017): e no dia 14, serão exibidos “Primeiro de Novembro” (Yuri Pirondi, 7’, PT, 2017) e “Tudo é Paisagem” (Duarte Natário, 57’ PT, 2018) .

 

Os diretores portugueses Marco Antônio Pereira e André Sarmento estarão em Brasília para uma conversa com o público no dia 13 de setembro, às 18h30. Nela participam também a arquiteta Liz Sandoval, idealizadora e curadora da mostra, e o arquiteto Frederico de Holanda, professor emérito da UnB, representando o diretor de “O corpo e a cidade modernista”.

 

Pensando no público mais jovem, a Cinema Urbana propõe a exibição de filmes infanto-juvenis, no sábado, dia 14, às 11h00, e ao início da tarde, às 14h30, uma oficina de “stop motion” (inscrições encerradas). Ainda para as crianças, a professora e artista NyedjaGennaripreparou uma série de contos e fábulas para contar ao público, nos jardins da Embaixada.

 

Também no sábado, 14 de setembro, às 17h, marcará presença a música, numa parceria com o Clube do Choro. Encerrando o programa de Brasília ENCONTRA Portugal, o Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre apresenta concerto de celebração da música popular.

A Embaixada de Portugal reservou o espaço exterior e jardim para diferentes opções de food truckse, numa colaboração com artesãos do DF, proporcionará espaços de lazer que são um convite a estar na Embaixada de Portugal, visitar e participar nas diferentes atividades, encontrar amigos e criar novas perspectivas de encontros com Portugal.

 

Confira, a seguir, a programação e demais informações de Brasília Encontra Portugal, 2ª edição.

 

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

12/09

ABERTURA

19h: “Sinalética de Brasília”, conversa com Danilo Barbosa seguida de visitação à obra “Cidade Reinventada”, do artista português Freitascruz.

 

13/09

13h: Visita guiada da Embaixada de Portugal com Luciano Margotto (inscrições encerradas)

14h-16h: Oficina de fotografia com Joana França (inscrições encerradas)

17h: Abertura da mostra CinemaUrbana Filme: “No Caminho das Pedras” (82′);

18h30-19h30: Conversa com os diretores portugueses Marco Antônio Pereira (“No Caminho das Pedras”) e André Sarmento (“Civitas”), Liz Sandoval (diretora artística e curadora da mostra CinemaUrbana) e Frederico de Holanda (professor emérito da UnB, doutor em arquitetura. Participa no filme “O Corpo e a Cidade modernista”);

19h30: CinemaUrbana Filmes: “Civitas” (12′); “O corpo e a cidade modernista” (39′)

14/09

11h: CinemaUrbana (programação infanto-juvenil) Filmes: “Água Mole” (9’15”); “O Malabarista” (10’55”); “O ateliê do meu avô” (3′)

11h: Visita guiada da Embaixada de Portugal com Elane Peixoto, FAU/UnB (inscrições encerradas)

12h30: CinemaUrbana Filmes: “Primeiro de Novembro” (6’36”); “Tudo é Paisagem” (56′)

14h30-16h: Oficina de stop-motion com Raquel Piantino;

14h30-17h: Contação de histórias com NyedjaGennari

17h:ENCERRAMENTO: Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre (Clube do Choro de Brasília)

 

 

CINEMAURBANA

PROGRAMAÇÃO E SINOPSES

Sessão 01 – sexta-feira, 17h (total 82`)

No Caminho das Pedras, Marco Antônio Pereira, 82’, 2019, Brasil, Portugal

O filme percorre a história das famosas calçadas de pedra portuguesa, desde o seu surgimento em Lisboa, na metade do século 19, até chegarem ao Rio de Janeiro, revelando a arte e as referências dessas culturas, e sua onipresença sob os pés cariocas e portugueses.

O filme conta com músicos, poetas e artistas plásticos do Brasil e de Portugal, que se inspiram na obra de Burle Marx até os dias de hoje. Reconstruímos esse mosaico de histórias em homenagem aos 450 anos da cidade, abordando o processo de urbanização da cidade maravilhosa.

Classificação indicativa: 12 anos

 

Sessão 02 – sexta-feira, 19h30 (total 51`)

Civitas, André Sarmento, 12`, 2018, Portugal

É a cidade que se vê sobre si própria no espaço, é a cidade que sente, é acidade que respira na extensão do tempo. O lugar torna-se omnisciente. A suarelação de mútua tensão com o poder humano acentua os contornos de umanatureza controlada. A unidade do espaço e a integridade do tempo sãomanipuladas poeticamente para refletir um modo diferente de ver a realidade.

Classificação indicativa: 12 anos

 

O corpo e a cidade modernista, Pedro Rodolpho Ramos Camargo, Brasil, 2017, 39`

A capital do Brasil é conhecida pela sua arquitetura modernista e pelo seu desenho urbano, sendo também o seu centro de decisão política. A cidade vivida pelos seus habitantes, contudo, vai apara além disso, tendo aspectos negativos e positivos. O filme explora se – e como – o espaço influencia os habitantes da cidade, a sua vida urbana e as suas relações sociais.

Classificação indicativa: Livre

 

Sessão 03 – sábado, 11h, infanto-juvenil (total 22`10)

Água Mole, Alexandra Ramires e Laura Gonçalves, 9`15”, 2017, Portugal

Os últimos habitantes de uma aldeia não se deixam submergir no esquecimento. Num mundo onde a ideia de progresso parece estar acima de tudo, esta casa flutua.

Classificação indicativa: Livre

 

O Malabarista, Iuri Moreno, 10`55”, 2019, Brasil

Documentário em animação sobre o cotidiano dos malabaristas de rua, que colorem a rotina monótona das grandes cidades.

Classificação indicativa: Livre

 

O ateliê do meu avô, Tiago Galo, 3’, 2019, Portugal

Um avô, muitas histórias!

Vem conhecer o mundo da Arquitetura, aos olhos do pequeno Gabriel de visita ao atelier do seu avô.

A realização da curta-metragem de animação resultou de uma parceria entre a Secção Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos e a Família do Arquitecto José Luís Amaro.

Trata-se de uma homenagem ao arquiteto José Luís Amaro pela sua filha Érica Lopes e pelo seu neto Gabriel.

Classificação indicativa: Livre

 

Sessão 04 – sábado, 12h30 (total 62`36”)

Primeiro de Novembro, Yuri Pirondi, Portugal, 2017, 6`36”

Primeiro de Novembro (1st ofNovember), Dia de Todos os Santos, 1755, foi o dia em que aconteceu um dos terremotos mais terríveis do mundo, seguido de um tsunami e um incêndio que destruíram completamente a cidade de Lisboa. Sismólogos antecipam que o terremoto de 1755 deve se repetir neste século. Por meio de uma narrativa cíclica, a cidade mitológica de Ofíssasa renasceu, onde as memórias do antigo desastre e as premonições do que virá no futuro estão ligadas por um fluxo de consciência. Passado e futuro se misturam em uma dimensão: um presente atemporal.

Classificação indicativa: Livre

 

Tudo é Paisagem, Duarte Natário, 56`, 2019, Portugal

Tudo é Paisagem é um documentário que conta, a partir de nomes como Francisco Caldeira Cabral e António Viana Barreto, a história da construção de uma identidade paisagística portuguesa. Ao tratar de casos como o Parque de Serralves, no Porto, o Parque Eduardo VII, os Jardins da Fundação Gulbenkian e o enquadramento da Torre de Belém, o filme procura explorar a Arquitetura Paisagística como uma prática humana que ultrapassa o entendimento da natureza como um risco. Propõe-se pensar esta variante da arquitetura como: prática cuja essência está na criação de paisagens humanizadas integradas ética, ecológica e esteticamente na natureza; bem como um instrumento de solução do mau ordenamento do território.

Classificação indicativa: Livre

 

SOBRES

ARQUITETURA, ARTES VISUAIS E FOTOGRAFIA

 

DANILO BARBOSA – “SINALÉTICA DE BRASÍLIA” – INSTALAÇÃO

Antonio Danilo Morais Barbosa é arquiteto e urbanista pela Universidade de Brasília (UnB) e designer autodidata. Foi professor de arquitetura e urbanismo na UnB entre 1979 e 2003 e arquiteto da Codeplan/GDF entre 1975 e 1979 e também entre 1982 e 2017. Foi coordenador editorial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP/MEC) entre 1997 e 2003 e exerceu a profissão de arquiteto também na Secretaria de Gestão do Território e Habitação do GDF entre 2003 e 2017. O trabalho realizado quando coordenador do Plano Diretor de Sinalização do DF, entre 1975 e 1978, foi incorporado ao acervo permanente do MuseumofModernArt (MoMA) de Nova York, em 2012.

 

Em seu portfólio de designer, Danilo assina a criação de diversos símbolos, cartazes, publicações e programas de identidade visual, destacando-se os projetos feitos para o IBAMA, em 1989, e do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em 2010. Recebeu diversas premiações na área de design gráfico, com destaque para o concurso nacional de criação da logomarca dos 50 anos de Brasília, recebido em 2009.

 

FREITASCRUZ – “CIDADE REINVENTADA” – INSTALAÇÃO

Artista plástico Europeu (Português, n. Paris 1956), José de Freitas Cruz trocou o Direito pela pintura em 1984 procurando a companhia e os conselhos de pintores lisboetas (Lima de Freitas, Nuno de Siqueira) sem nunca deixar de assumir uma postura autodidata. Expôs com regularidade em Portugal até 2000, altura em que se mudou para Berlim de onde seguiria para a Malásia Oriental, Japão e Laos, lugares onde viveu e expôs. Em 2016, após nova passagem por Berlim, mudou-se para o Brasil.

 

JOANA FRANÇA – “ENTENDER O LUGAR” – FOTOGRAFIA

Arquiteta e Urbanista pela Universidade de Brasília (2003), estudou fotografia no International Center ofPhotography, em Nova Iorque. Desde então dedica-se à fotografia de arquitetura e de cidades. Trabalha em parceria com arquitetos e editoras na documentação da recente produção arquitetônica brasileira e de seu patrimônio moderno. Entre outras publicações, fotografou para o Guia das Obras de Oscar Niemeyer — Brasília 50 Anos, editado pela Câmara dos Deputados e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, e em 2011 produziu o guia de arquitetura de Brasília criado para o 9°Seminário Internacional DOCOMOMO. Internacionalmente, colaborou com o ArchitecturalGuideBrazil, da editora alemã Dom Publishers (2013).

 

CINEMAURBANA – CONVERSA EM 13/09

LIZ SANDOVAL

Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Paraná – UFPR (2000), estuda as interseções entre o cinema e a cidade nas relações de representação, prática social e memória, concentrando-se principalmente na cidade moderna e planejada de Brasília. Mestre em Arquitetura e Urbanismo na linha de pesquisa Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo com a dissertação “Brasília, cinema e modernidade: percorrendo a cidade modernista” (2014) na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília FAU/UnB, dá continuidade à pesquisa no doutorado, em andamento, no mesmo Programa de Pós Graduação. Possui artigos publicados sobre a cinematografia brasiliense, realizou mostras e festivais de cinema de arquitetura, sendo 2 mostras dedicadas ao cinema de Brasília e da UnB. Lecionou as disciplinas de Projeto de Arquitetura, Planejamento Urbano na Universidade Paulista, campus Brasília. Foi idealizadora e diretora do Archcine Brasília – Festival Internacional de  Cinema de Arquitetura, em 2018 e este ano atua como diretora artística e curadora no CINEMA URBANA – Mostra de Filmes de Arquitetura de Brasília.

 

MARCO ANTÔNIO PEREIRA

Cineasta e CEO da Urbano Filmes, empresa que produz filmes sobre movimentos sociais em todo o mundo. Marco dirigiu e produziu documentários em Cuba (Havana em movimento, 2018), Tunísia (a revolução continua, 2019) Uruguai (Forefront Uruguai, 2018) e Costa Rica (Paz desarmada, 2019). Autodidata, seu cinema é caracterizado por narrar um fato sob diferentes pontos de vista.

 

ANDRÉ SARMENTO

André Sarmento nasceu em Cascais, Portugal, em 1990. Formado em Ciências Culturais, pela Escola de Artes e Humanidades na Universidade de Lisboa, André tem um mestrado na área de Comunicação Social, com especialização em Cinema e, atualmente, faz pós-graduação na mesma área, na Nova Universidade de Lisboa. Em 2018, dirigiu seu primeiro filme, “Civitas”.

 

FREDERICO DE HOLANDA

Arquiteto (UFPE, 1966). Doutor em arquitetura (Universidade de Londres, 1997). Professor Titular, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Brasília. Livros: O Espaço de Exceção (Editora Universidade de Brasília, 2002); Arquitetura & Urbanidade (org.) (ProEditores Associados Ltda., 2003); Brasília – cidade moderna, cidade eterna (FAU/UnB, 2010); Oscar Niemeyer: de vidro e concreto / ofglassand concrete, o primeiro pela editora que fundou em 2010 (FRBH, 2011); Exceptional Space (FRBH, 2011); Arquitetura & Urbanidade (org.), 2ª Edição (FRBH, 2011); Ordem e desordem: arquitetura e vida social (FRBH, 2012). Investiga relações entre configuração edilícia e urbana, uso dos espaços abertos públicos, e segregação socioespacial. Coordena o grupo “Dimensões Morfológicas do Processo de Urbanização” (Diretório de Grupos de Pesquisa no Brasil, CNPq). É consultor de agências de fomento do Brasil e do exterior. Pesquisador 1A (CNPq).  Recebeu, no último dia 2 de julho, o título de Professor Emérito da Universidade de Brasília.

 

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

NYEDJIA GIANNINI

É professora da Secretaria de Educação do Distrito federal (SEDF) e formada em Ciências da educação. Nyedja tem especialização em Literatura Infantil e pós-graduação em Educação Infantil. As grandes criações e o novo sucesso da contadora têm nascido no projeto Personalize sua história, que ela apresenta Brasil afora, criando e contando histórias de pessoas e empresas em eventos. Os figurinos e a cenografia são todos criados pela autora. Entre as experiências atuais da artista, destaca-se, além da contação de histórias semanalmente em diversas escolas do DF e em shoppings do DF, a participação em feiras internacionais, especialmente na Colômbia e no México. Nyedja também participa no Círculo de Narradores Orais da América Latina, tem um programa semanal de contação de histórias na Rádio Nacional e na Rádio Federal. Executa o projeto “Meu corpo funciona assim”, de contação de histórias com música, apresentado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF). Nyedja também ministra oficinas e cursos sobre a arte de contar histórias.

 

MÚSICA

RECO DO BANDOLIM & GRUPO CHORO LIVRE

Com um formato pedagógico, Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre apresentam um show/palestra sobre a história do Choro. De grande sucesso, a apresentação já viajou por mais de 20 países da Europa, África, Ásia, América do Sul e América do Norte.

 

Além de clássicos compostos por Pinxinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim, o grupo mostra também as tendências mais modernas do Choro, que vêm despertando o interesse de escolas, universidades, festivais pelo mundo inteiro. Presidente do Clube do Choro de Brasília e fundador da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandasde rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de 80. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo Choro, e a guitarra foi definitivamente colocada de lado.Reco do Bandolim é ainda jornalista profissional e radialista.

 

ARTESANATO

TIÃO PIAUÍ

Tião Piauí confecciona objetos com fibras naturais trançadas e ajuda
famílias de sua terra natal por meio do artesanato. Entre os itens
confeccionados por Tião estão bolsas, sousplats, tapetes, vasos, cachepôs,
puffs, porta-guardanapos e mandalas de parede. Além disso, o artista também
faz móveis com palha da costa, da carnaúba e da taboa. Criativo e
empreendedor, Tião Piauí ajuda a complementar a renda de 84 famílias
piauienses, que colhem e preparam a matéria-prima utilizada pelo artesão na
produção do trabalho, muito reconhecido e valorizado no Distrito Federal.

 

HERBERT AMORIM

Hebert Amorim, artesão de terceira geração, trabalha com tear,
crochê, costuras e tramas ancestrais, como a rede trançada da mesma forma
que os indígenas da América do Sul fizeram suas primeiras redes, no início
eram feitas com fibras de palmeiras, como Tucum e Buriti. Hoje feitas em fio
de polipropileno.
O Artesão vive e tira todo o sustento de sua arte. Atualmente, preside
a Federação das associações de Artesãos do DF e Entorno e é Diretor Social da
Associação da Feira de Artesanato da Torre de TV.

 

ALIMENTAÇÃO

FOOD TRUCKS E EXPOSITORES

FOOD TRUCKS

  • CERVEJARIA QUATRO PODERES
  • SUCOPIRA
  • HOLI
  • CHURROS DO TIO
  • BEERTRUCK
  • CREPE VOYAGE
  • HAMBURGUERIA DO CHEFF
  • ACARAJÉ

EXPOSITORES

  • DorothéeJalaber
  • Swiss Gourmet
  • Trás-os-Montes Pastéis de Nata
  • Confeitaria da Torre
  • Portugo
  • Sandrini
  • Bolo da Ivone
  • Lavi For Good
  • Rainha do Tiramisù
  • Organa Fit Food
  • Macaronage
  • ViCake
  • TribecaNY
  • Aurum Boutique de Pudim
  • Carolices
  • Braunys
  • Cabra Chic